
SEXO FORA DO CASAMENTO
Não devemos confundir sexo antes do casamento com sexo fora do casamento.
Dentro de tudo que já foi falado, em nenhum momento ninguém disse que sexo, mesmo sendo a abertura de um casamento de fato, dar direito às pessoas saírem fazendo sexo com todo mundo que já estão casadas. Debatemos que o casamento não é esse comércio pregado hoje. Discutimos também que sexo antes do casamento não existe, pois a partir do momento no qual se inicia uma relação entre duas pessoas, onde o sexo é um dos pilares dessa relação, dar-se mais um passo a relação, gerando assim um casamento de fato, que deve ser entendido e respeitado como tal.
Já se tratando do sexo fora do casamento. Uma vez assumido tudo que envolve o casamento, tal prática de maneira nenhuma seria por mim incentivado ou defendido. Independente de religião acredito que fidelidade faz parte do caráter e como tal é digno de ser respeitado e vivido. Como todo em contrato existem itens a serem debatidos, no casamento não seria diferente. Se o casal se responsabiliza por viver uma vida em fidelidade mutua devem cumprir como combinado.
E SOBRE OS CASAIS QUE ASSUMEM ENTRE SI QUE FIDELIDADE NÃO FAZ PARTE DA PEDRA FUNDAMENTAL DE SEU RELACIONAMENTO?
Uma frase popular muito interessante. “Briga de marido e mulher ninguém mete a colher”. Acredito que tudo que ocorre entre quatro paredes é da competência das partes envolvidas. Se assim assumem, assim vivam. Todo contrato é passivo de reajuste entre as partes, assim se tais reajustes não ferem os processos legais constituídos judicialmente como base pro casamento ao ver da justiça, nada tenho a declarar. Por mais que pra mim em particular não exista mais casamento, pelo menos não no contexto de casamento que propus aqui, mas sou relevante e passivo de novos critérios e posições a respeito do mesmo. Com tanto que não queiram me fazer engolir um processo esquematizado, planejado e comercializado com a total desapego a essência do que é o casamento de fato, estou disposto a ouvir, sim, propostas. Entendo que o casamento cerimonial e contratual é passivo de reavaliação, uma vez entendido que Deus não tem nada a ver com tais ações. Porém acredito também que o casamento de fato, aquele gerado por pessoas, não é passivo de intervenções legais ou ilegais. No máximo passivo de conversa entre os envolvidos, pois, sempre só eles podem defini-lo, descreve-lo e o mais importante, vive-lo de fato.
Mais uma vez, valeu, fiquem na paz!
Alexsandro Monteiro
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